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Murilo Maturana, Estudante
Murilo Maturana
Comentário · há 4 meses
Só por que um grupo nega a megaloburocracia dos Estados e de outro um grupo defenda a qualidade do serviço é lícito, é racional, é lógico dizer que: "Talvez isso sirva para demonstrar que a informalidade é de fato o objetivo", creio que jamais.

Qual a finalidade do taxímetro? Medir a distância percorrida e transformar em preço.
Na uber você tem isso medido antes da corrida de tanto a tanto, você é livre a contratar.

As pessoas, assim como eu e o Autor temos o total direito de descordar, opinar, etc.
Mas, veja bem, eu acredito que os taxistas prefeririam não "adesivar" o carro, não pagar tributos, e tudo mais, a uber veio como uma alternativa menos burocrática e mais eficiente de transporte urbano, isso é inegável, e não adianta chamar de informalidade que lhe vou chamar de estadista.

O ponto, e esse é o cerne, é a questão da justiça, que deveria ser discutido, é justo o taxista pagar várias taxas e a empresa não? É justo regular o serviço desvirtuando a natureza esmagadoramente aceita pela sociedade? É justo não dar ao motorista uber as mesmas isenções do taxista?

A uber vem para negar o papel do Estado, tal qual a previdência obrigatória, fgts obrigatório, e tudo mais que é obrigatório e de qualidade mais do que duvidosa, e não é uma mera discussão de gostos, preferências, socialismo versus liberalismo, o que a população acha? será que ela a dona do poder aceita a regulamentação?

Então, 82 por cento da população é favor do aplicativo vide http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/08/uber-82-dos-brasileiros-são-favor-do-uso-do-aplicativo.html, como proceder?

Quero deixar claro que gostei da iniciativa e da argumentação do Autor, contudo vi uma critica suave, com a qual não me satisfaço, e quero só aumentar o debate e no caso ler a opinião cordial dos colegas sobre o tema.

Abraços
Gadine ..., Estudante de Direito
Gadine ...
Comentário · ano passado
Doutor,

Creio que pela construção e explicação da peça, das questões em trato, seus alunos são verdadeiros felizardos.

É de se notar que apenas saiu do normalmente/costumeiramente solicitado. Critica-se muito as provas da FGV, mas essa está realmente testando a capacidade de raciocínio dos certamistas, não fosse a extensão exagerada dos textos.

A observação que se pode fazer é a extensão da prova para um tempo exíguo em relação ao conteúdo, claro está que o tempo jamais poderia ser dilatado.

Não haveria necessidade de serem tão longos; se comparados com as provas da CESPE, talvez não tão bem elaboradas, mas menores e mais coerentes com o tempo para execução.

Além do conhecimento, está se exigindo demais em termos de longos exercícios para avaliar a capacidade de execução, raciocínio e entendimento.

Deve-se questionar junto à OAB/FGV o porque de provas tão extensas, provocando apenas um esforço exagerado sem o menor sentido; na verdade, esse exame não fará do Bacharel um Advogado melhor; eliminará também quem fica com o estado emocional mais abalado.

Testa-se na verdade o "demeritis" do certamista, não só em relação ao conhecimento técnico que venha a ser demonstrado, e, sim o que parece ser um "animus nocendi" descabido.

Deveria-se fazer um apelo, um movimento, para que as provas fossem mais concisas, demonstrando assim mais respeito e mais justiça com os Bacharéis em Direito, onde muitos já foram vítimas de "estelionato educacional" pela existência de faculdades que não deveriam estar funcionando; não será esse exame que redimirá o ensino.

Por incapacidade do governo e má fé das instituições, paga-se por um curso que é na verdade um engodo; que somente a duras penas os "enganados" superam as dificuldades da falta de ensino de uma forma digna e eficaz, parece que na verdade está se tentando impedir o ingresso de novos advogados no mercado de uma forma que regateia.

Parabéns Doutor Professor Fabrício!
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